Emerson Vasconcelos

Anunciado ator que vai viver Billy Batson em Shazam!

O site Hollywood Reporter anunciou nesta segunda-feira, 6, que Asher Angel, um dos protagonistas do seriado Andi Mack, da Disney Channel, vai interpretar Billy Batson no filme Shazam!, que tem data de lançamento prevista para 2019 pela DC Enterteinment.

A história do super-herói se concentra em um menino chamado Billy Batson, que pode se transformar em um super-herói adulto, proferindo a palavra mágica Shazam!. O nome é um acrônimo dos deuses do mundo antigo e figuras históricas Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio, dos quais Batson deriva seus atributos heróicos.

Shazam tem direção de David F. Sandberg e roteiro de Henry Gayden e Darren Lemke. Zachary Levi vai interpretar o super-herói em sua forma adulta.

 


The Walking Dead da Panini terá formato diferente da versão HQM

Para desespero dos colecionadores que prezam por alinhamento de lombadas e padrão de identidade visual de suas coleções, o acabamento dos encadernados de The Walking Dead anunciados pela Panini não seguirão o mesmo formato que era seguido pela HQM.

Embora a Panini tenha anunciado que lançará a partir do volume 1 e, paralelamente, também a partir do ponto em que a HQM parou nos encadernados, muda tanto o formato quanto o título. Enquanto a HQM usava o formato 16,5x24cm, a Panini apostará no tamanho 17,26cm, o tradicional formato americano. O logotipo impresso na capa e na lombada também muda, uma vez que sai a versão nacional Os Mortos-Vivos e entra The Walking Dead.

A HQM chegou a lançar 48 edições mensais da série, em formato americano e com o título original, depois do sucesso da série de TV. No entanto, na época, manteve os volumes seguintes dos encadernados com o título traduzido, justamente para não causar transtornos aos fãs que acompanharam desde 2006 com a marca em português

The Walking Dead, a HQ que inspirou o seriado de TV, foi criada por Robert Kirkman e contou com Tony Moore como primeiro desenhista, sendo atualmente ilustrada por Charlie Adlard.

Os primeiros encadernados de The Walking Dead pela Panini tem previsão de lançamento para dezembro, na CCXP – Comic Con Experience 2017.


Filmes de heróis precisam seguir fórmula ou gênero?

Não é pecado pensar nos filmes de super-herói como um gênero cinematográfico, mas ignorar outras possibilidades para lidar com estas franquias é o caminho mais rápido para que o tema caia na repetição e logo cause um enjoo nos espectadores. O gênero super-herói pode sim ser constituído nos cinemas, mas até que ponto vale se apegar a ele? A temática permite que se trabalhe em diversos gêneros, sem necessidade de se encaixotar em uma fórmula única.

Até o momento, o que se vê são filmes que seguem três caminhos claros. Um deles começou em 1978, com o Superman de Richard Donner, e mostra um herói, ou grupo de heróis, que lida com um a ameaça e precisa sair de sua zona de conforto para enfrentá-la. Essa forma seria a base de um suposto gênero de super-heróis. Já vimos ela ser flexionada em dois formatos, um deles flerta com o drama, e foi este o usado em Superman – O Filme, por isso será chamado aqui de “fórmula Donner”. Os primeiros cinco filmes do Homem-Aranha produzidos pela Sony, por exemplo, seguem esta vertente.

O segundo caminho é o flerte com o humor, que teve tentativas fracassadas em Batman Eternamente e Batman & Robin, mas que encontrou o sucesso nas incursões da Marvel Studios e, por isso, é amplamente conhecido como “fórmula Marvel”.

Já o terceiro caminho, na verdade, é um leque de múltiplos caminhos, e, por isso, não pode ser rotulado, já que se entrelaça com vários gêneros e seriam filmes com super-heróis, mas não necessariamente seguiriam as fórmulas básicas. São os casos da trilogia Batman de Christopher Nolan e de filmes como Deadpool, Logan e, ao que parece Novos Mutantes. É justamente a existência desta terceira via, e a consistência das produções que se encaixam nela, que mostra que os super-heróis não precisam ficar presos a um único gênero e, muito menos, a uma ou duas fórmulas que o integram.

Fórmula Donner

A fórmula Donner reinou absoluta até a primeira década do século 21. As tentativas dos estúdios de se distanciar dela derraparam entre as décadas de 1980 e 1990, enquanto aquelas que apostaram no desenvolvimento dos conflitos do herói foram, com mais frequência, sucessos de bilheteria. Não raramente a vida amorosa dos protagonistas na fórmula Donner é conturbada.

A identidade secreta é uma constante e, com ela, a preocupação de manter seguras aquelas pessoas que o protagonista ama. Enquanto isso, a escalada de maldades do vilão faz com que o herói coloque sua própria vida, ou identidade secreta, em risco. Por padrão, isso resulta em sofrimento e desenvolvimento dramático.

Claro que algumas produções falharam miseravelmente em seguir esta fórmula, e filmes como Demolidor, Elektra e os filmes do Homem-Aranha dirigidos por Mark Webb são exemplos disso. Atualmente o universo cinematográfico da DC Comics tem apostado novamente neste terreno com frequência. O Homem de Aço e Mulher-Maravilha seguem à risca a estrutura da fórmula Donner, com o drama em primeiro plano e o humor entrando timidamente para quebra de tensão ou para pontuar característica de personalidade de algum personagem, seja ele principal ou não. Já Batman v. Superman pode ter problemas de montagem e de roteiro, mas o básico da fórmula Donner está ali, com a ameaça que motiva cada herói e o foco, inegavelmente exagerado nesse caso, no drama.

Fórmula Marvel

Embora a Marvel não tenha inventado a roda do sucesso para os filmes de super-herói, foi ela que conseguiu lapidar a fórmula tentada pela Warner nos anos 90 e fazê-la agradável para toda a família. No meio dos absurdos cometidos pelo diretor Joel Schumacher nos filmes do Batman, era clara a intenção de trazer a diversão para o universo dos heróis. Época errada, personagem errado, dose errada e piadas erradas, mas ainda assim uma tentativa válida. A existência destes filmes de Schumacher serviu para que Fox, Sony e Warner evitassem a proximidade demasiada de suas franquias com o humor.

Já a Marvel, por outro lado, preferiu não se intimidar e se aventurou lançando Homem de Ferro com muito humor na fórmula, mas um humor melhor distribuído e com piadas que funcionavam e eram verossímeis. Vale pontuar, no entanto, que no mesmo ano a mesma Marvel lançou O Incrível Hulk, totalmente calcado na fórmula Donner. A empresa conhecia os riscos de se aventurar em uma fórmula que já tinha sido rejeitada nos filmes do Batman e, possivelmente por isso, resolveu arriscar apenas em uma das produções. Claro que os absurdos estéticos e de diálogos dos filmes de Schumacher nunca foram seguidos pela Marvel, a semelhança está apenas na intenção de se fazer humor dentro do embate herói versus vilão.

De 2008 a 2017 a Marvel raramente se afastou de sua fórmula, o que garantiu muitos sucessos de bilheteria e uma consolidação de marca. Essa consolidação é tamanha que permitiria ao estúdio arriscar em outros formatos com certa frequência, mas até agora só vimos uma desviada de curso em Capitão América – Soldado Invernal, que se aproximou da fórmula Donner. No entanto, a preferência tem sido pisar em terreno conhecido e até mesmo personagens que, em essência, clamam por uma abordagem dramática, acabam ganhando um tom leve e, às vezes, cômico. Quem imaginaria uma abordagem bem humorada do Thor ou do Doutor Estranho em alguma mídia antes da implementação da fórmula Marvel?

Paralelamente, quem se aventurou a produzir filmes tentando seguir a fórmula Marvel fora da Marvel Studios até agora só cometeu gafes. Motoqueiro Fantasma 2, da Sony, beira o abismo (ou talvez caia nele) com suas tentativas falhas de piadas. A DC tentou duas vezes, com Lanterna Verde e depois com Esquadrão Suicida e é quase impossível determinar qual dos dois falhou mais.

Terceira via

A terceira via, que consiste basicamente em não enquadrar o filme em um “gênero super-herói” e sim buscar fórmulas estruturais de outros gêneros para produzir um conteúdo com super-heróis também começou falha. Superman 3 nada mais era do que uma comédia de Richard Pryor, com um super-herói. Só que se a fórmula Marvel permite que elementos de humor sejam incorporados em qualquer herói, desde que as piadas funcionem, não é bem assim quando se tenta incorporar o herói em um outro gênero, seja ele de comédia ou qualquer outro. Uma comédia do Superman não consegue ser nada além de ridícula, afinal, consiste em satirizar um personagem tradicionalmente sério. Só que a mesma estratégia, com o personagem correto inserido no gênero correto, pode render ótimos filmes.

A trilogia Batman de Christopher Nolan absolutamente abandona a necessidade de mostrar um filme de super-herói e se foca na estrutura de outros gênrros. Batman Begins é um filme policial que foca no combate à máfia e à banda podre da própria corporação, enquanto naquela Gotham City um herói surge, e luta com um vilão que vê a podridão da cidade como algo irreversível. A vitória de Batman não resolve os problemas apresentados no filme, apenas dá a Gordon a chance de seguir a limpeza da polícia e da cidade. Em O Cavaleiro das Trevas mais uma vez vemos um filme policial, focado dessa vez no lado humano do tira que quer se aposentar (Bruce Wayne) para viver um grande amor e no tira que quer assumir a limpeza da cidade (Harvey Dent), enquanto nenhum dos dois está preparado para enfrentar um mal diferente (Coringa). No fim, ambos pagam caro por quererem assumir um papel que não podem. O Cavaleiro das Trevas Ressurge, então, é um filme sobre como uma lenda pode inspirar um povo a conquistar a liberdade. Poderia ser um filme do Rei Arthur, mas, por acaso, é do Batman.

A Fox acertou em cheio duas vezes na inserção de heróis em outros gêneros. Deadpool é uma comédia e uma grande comédia sobre… super-heróis. O personagem sempre teve uma veia cômica e a sua tendência a quebrar a quarta parede possibilitou um filme que está para os super-heróis como Todo Mundo em Pânico está para o terror. Até mesmo a grande batalha final é uma paródia de outros filmes. A própria escolha do ator Ryan Reynolds leva a piadas sobre suas participações terríveis em filmes anteriores de super-heróis. Deadpool + Ryan Reynolds eram os elementos perfeitos para uma comédia.

Já no segundo acerto, a Fox trabalhou todo o marketing de Logan como um filme de estrada e entregou algo além disso. O que foi entregue nas telas misturou o que já se podia prever pelos trailers com um clima de western futurista e rendeu possivelmente o melhor filme com heróis de 2018. No caso de Logan vale pontuar que o estúdio poderia ter ousado mais. A inserção de uma batalha final com um vilão sem personalidade, típica dos filmes de super-herói, não era realmente necessária, embora não estrague o filme e nem o encaixote no “gênero super-herói”.

Às vezes para se marcar a inserção em um gênero é necessário ser justamente genérico, já nos materiais de divulgação, que incluem cartazes e trailers. Quem acusa Thor Ragnarok de parecer uma comédia pastelão nos trailers ou Novos Mutantes de ter um “trailer genérico de terror”, só está constatando as marcas que os estúdios quiseram evidenciar. A Marvel parece, pela primeira vez, estar indo além do gênero super-herói e abraçando o gênero comédia. Enquanto isso, a Fox segue suas experimentações e faz questão de deixar isso evidente quando lança o trailer dos mutantes mais jovens em uma sexta-feira 13, abusando dos clichês do gênero terror.

Afinal, super-herói é gênero?

Como tentei deixar claro no decorrer de todo este texto e resumo aqui, super-herói pode ser um gênero e dentro deste gênero cabem seus clichês e suas fórmulas. No entanto, este pode ser o caminho mais curto para uma saturação. O que acredito é que sim, em poucas décadas, talvez até menos de uma década, as fórmulas estarão desgastadas e veremos muito mais filmes de outros gêneros com super-heróis do que vemos hoje. Se os estúdios insistirem nas fórmulas, o risco real é de uma diminuição drástica do número de filmes, devido à saturação. Isso já aconteceu antes, quando o western se focava basicamente em mocinho versus bandido ou caubóis versus índios, em um cenário rico que poderia ter abrigado infinitos gêneros. O encaixotamento dos super-heróis em um gênero próprio é artificial, já que com eles é possível operar em qualquer tipo de história e isso já foi provado recentemente pelos exemplos citados.


Grant Morrison volta ao universo do Batman

Grant Morrison vai se juntar a Scott Snyder, Joshua Williamson e James Tynion IV no roteiro do especial Dark Knights Rising: The Wild Hunt, um tie-in de Dark Nights: Metal. O lançamento da edição está programado para fevereiro e a participação do escocês como co-roteirista foi confirmada por Snyder através de sua conta no Twitter.

A presença de Morrison no projeto não era anunciada, mas não chega a surpreender. Barbatos, o grande vilão de Dark Nights: Metal, apareceu pela última vez durante a fase em que o escocês escreveu o Homem-Morcego. Depois que Darkseid o enviou Batman de volta no tempo para destruir o presente, Bruce Wayne foi salvo com a ajuda de seus amigos, mas a energia residual do processo deu origem a Barbatos.

Dark Knights Rising: The Wild Hunt foi anunciado no início deste mês e terá Doug Mahnke e Ivan Reis trabalhando na arte. A sinopse menciona que os Cavaleiros das Trevas procuram parar um improvável time de heróis de DC, enquanto também promete revelar o papel dos Homens Metálicos, que estiveram ausentes até agora na fase Renascimento da DC Comics.

 

 


Lanterna Verde vai se ajoelhar perante Zod em janeiro?

Na edição #37 de Hal Jordan and The Green Lantern Corps, uma investigação liderada por Hal Jordan leva a Tropa dos Lanternas Verdes a um confronto direto com o kryptoniano General Zod, visto pela últimas vez recentemente nas páginas de Action Comics. A HQ, escrita por Robert Venditti e desenhada por Rafa Sandoval e Jordi Tarragona, tem previsão de lançamento para o dia 24 de janeiro de 2018. A revista traz a parte um do arco Power of Zod, que teve as seguintes capa e sinopse liberadas pela DC Comics:

Após uma recente batalha com Superman em Action Comics, o general Zod se recupera enquanto toma o controle de um mundo pequeno e subdesenvolvido. Quando Hal Jordan investiga, estabelece o caminho para um confronto entre o guerreiro de Krypton e os Lanternas mais corajosos e brilhantes da Tropa.


Trindade da DC Comics se une na busca por Themyscira

Em janeiro o escritor James Robinson, atual roteirista do título próprio da Mulher-Maravilha, assume a mensal Trinity, ao lado do desenhista Patch Zircher, para o arco No Home for you Here, centrado na busca da princesa amazona pelo seu lar.

A parte um No Home for you Here será publicada em Trinity #17, que tem previsão de lançamento para o dia 17 de janeiro. Na trama, Batman e Superman embarcam em uma missão para ajudar a Mulher-Maravilha a reencontrar Themyscira, mas encontrar a terra perdida de Diana é mais difícil do que estes três heróis esperavam. Durante a jornada, um chamado de socorro de um navio próximo acaba por ser mais do que parece, e a Trindade se encontra abandonada na terrível ilha de Skartaris. Para encontrar o caminho de volta para casa, nossos heróis terão que superar Deimos, que não vai medir esforços para isolar Skartaris do resto do mundo para sempre.


Superwoman é cancelada pela DC Comics

As solicitações das edições de janeiro de 2018, reveladas pela DC Comics nesta segunda-feira, 16, revelam que a série mensal Superwoman chega ao seu final na edição #18. Este é o primeiro título cancelado na fase Renascimento da editora. A HQ tem previsão de lançamento para 18 de janeiro, com roteiro de K. Perkins e arte de Stephen Segovia e Art Thibert. A edição traz a conclusão do arco The Midnight Hour.

A Superwoman é Lana Lang e a origem de suas habilidades é nebulosa. Originalmente ela ganhou os poderes da versão Novos 52 do Superman, no momento da morte do herói. Lana e a versão Novos 52 de Lois Lane foram atingidas por rajadas de energia e se tornaram superpoderosas, pouco tempo depois Lois morreu e Lana se tornou a única Superwoman. No entanto, com as mudanças cronológicas ocorridas na saga Superman Reborn, que fundiu as versões pré e pós-Flashpoint do Homem de Aço e de Lois Lane, a origem da Superwoman mudou, o que tornou suas histórias confusas. Lana buscou respostas nas últimas edições do título, mas as explicações deixaram os fãs ainda mais confusos, pois os poderes foram atribuídos primeiro a uma exposição à Kryptonita Vermelha e depois foi dito que ela sempre teve poderes latentes.


NYCC: James Tynion IV fala sobre o paradeiro do Superboy clone

Durante o painel focado nas revistas do Batman na New York ComicCon o roteirista James Tynion IV surpreendeu ao revelar que quem espera saber o que aconteceu com o Superboy clone (também conhecido como Kon-El e Conner Kent) deve ficar de olho nas próximas edições. Ele não especificou de que título seriam estas próximas edições, mas é provável que ele esteja falando de Detective Comics, HQ roteirizada por ele e centrada atualmente no retorno de Tim Drake, melhor amigo de Conner. Esta é a primeira vez que alguém ligado à DC fala oficialmente sobre o personagem desde o início da fase Renascimento.

Kon-El não dá as caras desde o início da fase Renascimento e mesmo na fase Os Novos 52, a versão apresentada em nada lembrava o herói que tinha uma grande base de fãs antes do reboot de 2011. Recentemente, em Action Comics, o Superman acessa duas memórias através dos cristais da Fortaleza da Solidão e, nas imagens mostradas, a saga O Retorno do Superman é relembrada sem nenhuma menção ao Superboy, que foi peça fundamental no arco. Esta história chegou a levantar dúvidas se o Superboy que antecedeu Jon Kent realmente fazia parte da cronologia atual.


NYCC: Scott Snyder e Sean Murphy anunciam Batman: Last Knight

Neste sábado, 7, foi anunciado durante a New York Comic-Con que o escritor Scott Snyder e o artista Sean Murphy se reunirão novamente, desta vez para contar a história Batman: Last Knight. “Eu quero que seja minha última história de Batman por um longo tempo”, disse Snyder durante o evento.

Sobre a trama, o roteirista adianta: “Batman de repente acorda e ele é … jovem. Só que ele acorda em um deserto pós-apocalíptico, rastejando pela areia da arruinada cidade de Gotham. Ele tem a cabeça do Coringa acorrentada ao seu cinto, mas ela está viva”. O escritor disse também que uma versão mais velha da Mulher-Maravilha e um bebê Superman serão vistos na HQ, que ele define como a sua versão do mangá Lobo Solitário.

Ambos os criadores são bastante familiarizados com o Cavaleiro das Trevas. Snyder é conhecido por seu trabalho em Batman, All Star Batman e por Dark Nights: Metal, saga centrada no herói e publicada atualmente pela DC Comics.  Murphy acaba de lançar Batman: White Knight.

Nenhuma data de lançamento foi anunciada para Batman: Last Knight.


NYCC: Anunciado crossover entre Universo DC e Young Animal

A DC Comics anunciou neste sábado, 7, na New York Comic-Con, que seu universo de heróis terá um crossover com os títulos da linha Young Animal. O encontro intitulado Milk Wars começa a ser publicado no dia 31 de janeiro de 2018, com o especial League of Justice / Patrulha de Doom Special, de Steve Orlando e Gerard Way.

Os próximos títulos que integram o crossover são: Shade, The Changing Girl / Wonder Woman Special, Mother Panic / Batman Special, Cave Carson / Swamp Thing Special e Doom Patrol / Justice League Special.

 


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