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DC anuncia o selo Black Label e seus seis primeiros títulos

De acordo com The Hollywood Reporter, a DC Entertainment anunciou um novo selo de quadrinhos com criadores de alto nível, fazendo histórias fora da continuidade da editora e com seus maiores personagens. Liderada pelo ex-editor da linha do Batman, Mark Doyle, a marca DC Black Label contará com algumas histórias já anunciadas, bem como alguns projetos novos também. Neste selo, os próprios autores estão no controle de decisões como formato e agenda de suas obras. DC Black Label tem previsão de lançamento para agosto, com a série em três edições Superman: Year One. A seguir estão os seis títulos anunciados, junto de suas equipes criativas e sinopses:

SUPERMAN: YEAR ONE
Escritor: Frank Miller
Artistas: Frank Miller, John Romita Jr.
Um tratamento inovador e definitivo da história clássica de origem do Superman em homenagem ao seu 80º aniversário. Esta história detalha novas revelações que reformulam os marcos mais famosos do Homem de Aço – do exílio de Kal-El de Krypton, para a infância de Clark Kent no Kansas, até sua inevitável ascensão para se tornar o super-herói mais poderoso e inspirador de todos os tempos.

BATMAN: LAST KNIGHT ON EARTH
Escritor: Scott Snyder
Artista: Greg Capullo
Batman acorda em um deserto. Ele não sabe que ano é ou como a cabeça do Coringa está viva em um frasco ao lado dele, mas é o início de uma missão diferente de qualquer coisa que o Cavaleiro das Trevas tenha realizado antes. Neste estranho futuro, os vilões são triunfantes e a sociedade se libertou do peso dos códigos éticos. Lutando para sobreviver enquanto procura respostas, Bruce Wayne descobre a verdade sobre seu papel neste novo mundo – e começa a última história de Batman já contada.

BATMAN: DAMNED
Escritor: Brian Azzarello
Artista: Lee Bermejo
Em uma ponte deserta da cidade de Gotham, um corpo é encontrado. Sussurros espalham a notícia: o palhaço está morto. Mas isso é um sonho tornado realidade ou um nascimento de pesadelo? Agora, Batman e o mago fora da lei da DC, John Constantine, devem caçar a verdade através de um cenário infernal de Gotham City. Os cantos sobrenaturais da cidade estão atados a dicas sobre a identidade de um assassino, mas a caminhada do Cavaleiro das Trevas pelo horror irá testar sua sanidade e os limites da racionalidade, pois ele deve enfrentar um horror que não usa máscara.


WONDER WOMAN HISTORIA: THE AMAZONS
Escritor: Kelly Sue DeConnick
Artista: Phil Jimenez
Um épico homérico da história perdida das Amazonas e da ascensão da rainha Hippolyta ao poder. Apresentando monstros e mitos, esta saga de três edições abrange a história da criação das Amazonas até o momento em que Steve Trevor chega às margens da Ilha Paraíso, mudando o nosso mundo para sempre.

WONDER WOMAN: DIANA’S DAUGHTER (título não oficial)
Escritor: Greg Rucka
Artista: A ser anunciado
Passaram-se 20 anos desde que o mundo parou de olhar para os céus com esperança, ajuda e inspiração. Agora, o mundo mantém os olhos baixos, e os poderosos que surgiram têm toda a intenção de manter as coisas desse jeito. Entre uma resistência dispersa e fragmentada, uma jovem procura recuperar o que foi esquecido, e, no caminho, aprenderá a verdade sobre si mesma, sua herança e seu destino.

THE OTHER HISTORY OF THE DC UNIVERSE
Escritor: John Ridley
Artista: A ser anunciado
Uma interessante série que analisa momentos icônicos da DC e que traça ganhos sociopolíticos através das perspectivas dos super-heróis da DC que vêm de grupos tradicionalmente deslocados e desprotegidos, incluindo John Stewart, Extraño, Vixen, Supergirl, Katana e Rene Montoya, entre outros. No seu núcleo, a história se concentra nas vidas dos que estão por trás dos uniformes e seus esforços para superar os problemas do mundo real. Não se trata de salvar o mundo, é sobre ter a força para simplesmente ser quem você é.


DC traz de volta os Titãs do Amanhã com Conner, Bart e Cassie

Com a divulgação das solicitações de janeiro, a DC Comics revelou que em Superman #38 acontece o retorno dos Titãs do Amanhã, o Superman Conner Kent, a Mulher-Maravilha Cassie Sandsmark e o Flash Bart Allen. O Batman dessa linha temporal, encarnado por Tim Drake, traz os parceiros para lutar contra os Jovens Titãs do presente. A edição é o final do crossover Super Sons of Tomorrow, que acontece entre as revistas Superman, Super Sons e Teen Titans.

O crossover vem acontecendo nas revistas Superman #37, Super Sons #11 e Teen Titans #15, em dezembro, e termina em Superman #38 e #39. Super Sons #12 e Teen Titans #16, em janeiro, lidam com as consequências do final da história. Seguem os textos das solicitações das revistas de janeiro:

Superman #38 e #39:

Sem ter sobrado nenhuma escolham, o Batman do Futuro traz os Titãs do Amanhã para combater os Jovens Titãs do presente, enquanto a vida do filho do Superman está por um fio! Confira o retorno do futuro Superman Conner Kent, Mulher-Maravilha Cassie Sandsmark e Flash Bart Allen na batalha final desse crossover épico.

Super Sons #12:

Superboy e Robin tem que encarar as repercussões dos eventos de Super Sons of Tomorrow e como o fardo emocional vai afetar as relações entre ambos, seus pais e os Jovens Titãs. Enquanto isso, o passado espreita Damian Wayne – na forma de sua mãe, Talia Al Ghul!

Teen Titans #16:

No rescaldo de Super Sons of Tomorrow, os Jovens Titãs ficam sem um lugar para chamar de lar. Mas o trabalho de um Titã nunca termina, e uma série de estranhos assassinatos surgem em São Francisco. Fica a cargo do time resolver o caso e impedir mais derramamento de sangue. As mortes são trabalho de um único serial killer, ou há uma conspiração maior sendo bolada?

O Batman Tim Drake já vinha aparecendo na revista Detective Comics, na qual foi revelado que era ele o parceiro do Tim Drake do presente na prisão do Mr. Oz. Os Titãs do Futuro apareceram pela primeira vez durante a fase de Geoff Johns à frente da revista dos Jovens Titãs.


James Robinson assume Mulher-Maravilha em setembro

Afastado da DC Comics desde 2013, o roteirista James Robinson volta à editora em setembro para assumir o título da Mulher-Maravilha. Junto a ele, a revista ganha a equipe de desenhistas Emanuela Lupacchino e Carlo Pagulayan. O primeiro arco do trio irá se chamar Children of the Gods e inicia em Wonder Woman #31, com capa de Bryan Hitch, em setembro.

De acordo com a sinopse da edição, a HQ irá desenvolver a história do irmão de Diana, Jason, o único homem a nascer em Themyscira. Escondido há anos de deuses e humanos, Jason irá se unir à Princesa Amazona para encarar uma ameaça cósmica jamais imaginada.

O último trabalho de Robinson para a DC foi Terra 2, título que escreveu até a edição #16, de maio de 2013. O roteirista foi para a Marvel Comics, onde,  atualmente, escreve as revistas do Cable e do Nick Fury Jr.

James Robinson, Emanuela Lupacchino e Carlo Pagulayan devem permanecer na revista por um período de seis meses. Eles substituem a roteirista Shea Fontana e os artistas Jesús Merino e Mirka Andolfo, que devem assumir a revista na edição #26, de julho. Wonder Woman #31 tem previsão de lançamento para 27 de setembro.


DC revela planos para o Wonder Woman Day

Na última segunda-feira, 15, a DC Comics revelou alguns de seus planos para a comemoração do Wonder Woman Day, que ocorrerá do dia 3 de junho. Essa é a primeira vez que o evento é realizado, e ocorrerá durante o fim de semana que marca a estreia mundial do primeiro longa-metragem estrelado pela heroína. A DC pretende honrar os 75 anos de legado da princesa amazona com festividades em todo os EUA e ao redor do mundo.

Mais de 2.000 lojas, varejos, comic shops e livrarias irão sediar as atividades do Wonder Woman Day, incluindo a distribuição gratuita de duas edições especiais para o evento, Wonder Woman Day Special Edition #1 e reimpressões de Wonder Woman #1, escrita por Greg Rucka e desenhada por Liam Sharp. Para os leitores mais novos, além de Wonder Woman Day Special Edition #1, serão cedidas edições de DC Super Hero Girls Vol. 3: Summer Olympus, escrita por Shea Fontana com arte de Yancey Labat.

Artistas com passagens pelas HQs da heroína também marcarão presença em eventos especiais, é o caso de Greg Rucka, Phil Jimenez, Cliff Chiang, Shea Fontana, Marc Andreyko e Cat Staggs. Além disso, tiaras e braceletes da Mulher-Maravilha estarão disponíveis em determinadas lojas de varejo parceiras da editora.

Na contagem para o Wonder Woman Day, entre os dias 29 de maio e 3 de junho, a DC irá apresentar em sua plataforma digital, a DC All Access, programas especiais que falarão sobre livros essenciais da princesa amazona e que prestigiarão talentos do vindouro filme, além de também discutir o legado da icônica heroína com aclamados escritores e artistas.

Fãs poderão fazer o download do kit oficial de atividades do Wonder Woman Day, incluindo uma HQ com atividades, páginas para colorir, trivia e jogos. Leitores também terão desconto em HQs digitais da heroína através do aplicativo da DC Comics e do site readdcentertainment.com, que disponibilizará cerca de 100 títulos da heroína a partir do dia 30 de maio.

Para mais informações e detalhes sobre o Wonder Woman Day, os fãs podem fazer o download do aplicativo oficial da DC Comics, ou seguir a editora em suas redes sociais.


Romance de Superman e Mulher-Maravilha é apagado da cronologia

Através de sua conta oficial no Twitter, o roteirista Dan Jurgens, atual escritor da revista Action Comics, confirmou que, com a nova cronologia estabelecida para o Superman, o romance do herói com a Mulher-Maravilha nunca existiu. A relação dos dois foi uma das grandes mudanças dos Novos 52, e agora foi apagada pelos eventos do arco Superman: Reborn.

Iniciado dentro da revista da Liga da Justiça, em meados de 2012, a relação entre Superman e Mulher-Maravilha foi um dos vários novos elementos da iniciativa Novos 52 que dividiram opiniões entre fãs. O romance dos icônicos heróis inclusive rendeu uma revista do casal, Superman/Wonder Woman, que durou 29 edições e mais dois anuais.

Com os recentes acontecimentos do arco Superman: Reborn, publicado dentro das revistas Superman e Action Comics, houve uma fusão entre o Superman dos Novos 52 e o Superman pré-Novos 52, o que gerou uma nova cronologia não apenas para o herói, mas para todo o Universo DC. Entre as mudanças, vários conceitos referentes aos Novos 52 foram apagados, como o caso da relação entre Superman e Mulher-Maravila


CCXP anuncia a artista Nicola Scott

Durante a tarde desta segunda-feira, 08, a organização da CCXP anunciou que a artista australiana Nicola Scott estará presente na quarta edição do evento, que ocorre no fim deste ano.

Nicola já trabalhou em séries como Birds of Prey e Earth 2, mas é mundialmente reconhecida pelo seu recente trabalho na saga Mulher-Maravilha: Ano Um, da fase Renascimento da DC Comics, e pela HQ Black Magic da Image Comics, ambas escritas por Greg Rucka.

A artista estará presente nos quatro dias, compondo o Artist’s Alley do evento. A CCXP acontece entre os dias 07 e 10 de dezembro, na São Paulo Expo. A venda oficial de ingressos, começa amanhã. Mais informações no site oficial da CCXP.


Dez HQs da DC que merecem republicação no Brasil

Se depender do número de publicações e republicações em bancas e livrarias nacionais, os leitores de histórias de super-heróis vivem uma boa época para colecionar quadrinhos. No entanto, diversas fases clássicas ainda não ganharam uma edição recente e outras jamais foram lançadas na íntegra no país. Reunimos uma lista de títulos da DC Comics assinados por grandes nomes ou que representam fases importantes e que merecem voltar às prateleiras brasileiras em breve.

Superman por John Byrne

Após o fim da Crise nas Infinitas Terras, a DC reiniciou todo seu universo, e entre os vários clássicos que surgiram, um dos mais queridos é a fase de John Byrne no Superman. A reformação começou na minissérie “O Homem de Aço” e se estendeu nas mensais do personagem da época, sendo que essa fase é reverenciada ainda hoje, até mesmo nas HQs do Superman no Rebirth da DC. Além de levar o Homem de Aço a níveis que poucos conseguiram, Byrne deu a todos os personagens coadjuvantes uma personalidade única e marcante, principalmente Lex Luthor, que deixou de ser apenas um cientista maluco e se tornou um grande empresário genial e corrupto. Essa fase foi publicada pela editora Abril e, muito tempo depois, a Mythos e a Eaglemoss republicaram  a minissérie “O Homem de Aço”, mas a fase do Byrne nas mensais do Superman nunca foi republicada.

Esquadrão Suicida por John Ostrander

Algumas coisas ruins podem gerar bons frutos, então por que não aproveitar o polêmico filme do Esquadrão Suicida para lançar a aclamada fase escrita por John Ostrander, o grande criador do grupo? Reunindo diversos vilões da editora, Ostrander escreveu 66 edições repletas de suspense, espionagem e reviravoltas. Vale lembrar que a Arlequina não existia na época, mas as personagens femininas de Ostrander superaram facilmente o restante do grupo, principalmente Amanda Waller e Barbara Gordon, a ex-Batgirl que assumiu a identidade Oráculo. O Esquadrão Suicida de Ostrander foi publicado em partes pela Abril, então, para tirar o gosto ruim que o filme deixou, a Panini poderia publicar a fase, não?

Arqueiro Verde por Mike Grell

Graças ao sucesso da série, o Arqueiro Verde ganhou uma legião de fãs brasileiros, e já que a Panini publicou a fase que o herói se junta ao Lanterna Verde em uma viagem pelo EUA, por que não publicar a as histórias feitas por Mike Grell? O autor e desenhista foi um dos primeiros a escrever uma HQ com o selo “Recomendado para leitores maduros”, o que lhe deu toda liberdade para focar em temas mais pesados, como a violência contra as mulheres, as drogas e a hipocrisia política, aumentando ainda mais a carga politizada do personagem, que sempre defendeu as causas sociais. A fase do Grell começou na minissérie “Caçadores”, publicada aqui pela Abril, sendo que algumas edições da mensal foram publicadas pela editora. Apesar da Eaglemoss ter anunciado que “Caçadores” será publicado em sua coleção, seria muito bom se a Panini publicasse toda a fase do autor.

Starman por James Robinson

A década de 1990 foi um período bem conturbado e sombrio para quase todas as HQs de heróis, mas graças aos deuses dos quadrinhos, Starman de James Robinson trouxe um pouco de brilho para a época. Diferente de quase todos os personagens listados aqui, Jack Knight nunca quis ter uma vida cheia de aventuras, mas como o sangue da família fala mais alto, o filho caçula de Ted Knight, o primeiro Starman, se vê obrigado a assumir o título e defender a sua cidade.  Aqui no Brasil, Starman foi publicado por 3 editoras diferentes, sendo que nenhuma delas terminou a série e, em 2008, a Panini  lançou o primeiro encadernado da série, mas, infelizmente, nunca mais lançou nada. Como a esperança é a última que more, fica aqui o apelo para a editora dar mais uma chance a esse incrível personagem.

Liga da Justiça por Grant Morrison

Mesmo tendo Grant Morrison – um dos maiores autores de todos os tempos – e os pesos pesados da Liga da Justiça, essa fase teve só um encadernado publicado pela Panini. O que é uma baita injustiça, pois esse é um dos melhores trabalhos do careca escocês. Brincando com os medalhões da editora e toda a mitologia da DC, Morrison mostrou que Superman, Mulher-Maravilha, Batman, Aquaman, J’onn J’onzz, Lanterna Verde (Kyle Rayner) e Flash (Wally West) são as novas versões dos deuses do Olimpo. Item mais do que essencial para todos os fãs da equipe ou simplesmente de boas histórias. Essa fase foi publicada aqui na antiga mensal Os Melhores do Mundo, pela Abril.

Batman por Doug Moench e Kelley Jones

O guardião de Gotham sempre tem um pé voltado para histórias sombrias e macabras, e a dupla Doug Moench e Kelley Jones exploraram como ninguém essa faceta do Batman. Tramas envolvendo magia negra, circo de aberrações e crimes bizarros nunca foram tão divertidas e assustadoras quanto as produzidas por Moench e Jones. Aliás, falando no desenhista, o Batman de Kelley Jones faz jus ao título de Cavaleiro das Trevas, com sua capa e orelhas que lembram muito mais um ser que saiu do inferno do que um herói de quadrinhos. Essa fase foi parcialmente publicada por aqui e é até hoje querida pelos fãs.

Hitman por Garth Ennis e John McCrea

Os irlandeses Garth Ennis e John McCrea são dois perturbados, isso é fato. Mas são dois perturbados que sabem fazer ótimas histórias de humor negro recheadas de violência, e a melhor prova disso é a série Hitman. Protagonizada por Tommy Monaghan, um mercenário de bom coração, Ennis e McCrea não poupam ninguém de Gotham, usando e abusando de piadas grotescas que fariam o pessoal do Jackass bem orgulhoso. Mesmo com as cenas escatológicas, a HQ tem diversos momentos tocantes, fazendo até mesmo o mais cruel matador de aluguel chorar. A HQ foi parcialmente publicada por diversas editoras, mas nenhuma concluiu a série.

Questão por Dennis O’Neil

Dennis O’Neil é um autor que ficou famoso por abordar temas sociais e políticos em suas histórias, mas foi na série do Questão que o autor expôs todas as suas ideias, desde a sociedade americana, a corrupção política e a situação mundial. O autor aproveitou o fato de Vic Sage trabalhar no telejornal de dia e lutar como o herói sem rosto chamado Questão à noite para tocar na ferida da América, mas apesar do forte cunho político, a HQ não chega a ser panfletária. Um fato bem curioso é que junto com a fase de Mike Grell, a fase de O’Neil no personagem também foi uma das primeiras HQs de heróis direcionada para o público adulto. A Abril publicou as primeiras edições na saudosa revista Caçadores, sendo que a Panini até chegou a publicar o primeiro volume da série, mas devido às poucas vendas, a editora nunca mais publicou nada do personagem.

O Quarto Mundo de Jack Kirby

Difícil fazer uma lista de HQs sem citar Jack Kirby. O rei foi um dos (se não “O”) maiores criadores e mentes criativas da Marvel, e na DC não foi diferente. Kirby criou toda a mitologia do Quarto Mundo, que engloba diversas HQs, entre elas os Novos Deuses, Senhor Milagre e o Povo do Amanhã, e também vários personagens interessantes, como o demônio Etrigan, Kamandi, OMAC e, principalmente, Darkseid, um dos maiores vilões da DC e dos quadrinhos. Claro, iria ser sensacional se a Panini publicasse tudo do Kirby, mas se a editora publicasse Os Novos Deuses, que foi publicado em preto e branco pela Opera Graphica, o Brasil inteiro iria agradecer.

Mulher Maravilha por Greg Rucka

A atual mensal da Mulher-Maravilha escrita por Greg Rucka é uma das mais aclamadas pelos fãs no Rebirth, principalmente pela coragem de ter mostrado que a personagem já se relacionou com outras mulheres, mas, o que poucos sabem, é que Rucka já escreveu para a personagem antes, e essa fase não deve em nada para as edições atuais. Explorando todo o potencial da amazona, Rucka fez uma passagem poderosa, deixando bem claro a sua habilidade em escrever personagens femininas. Com o filme da heroína vindo por aí, nada mais justo do que presentear os fãs com essa fase (desculpe o trocadilho) maravilhosa, que foi publicada pela Panini na mensal Superman & Batman e  em edições especiais.


DC Comics anuncia Wonder Woman Day

A DC Comics anunciou nesta quinta-feira, 16, a criação do Wonder Woman Day, ou “Dia da Mulher-Maravilha”. A data escolhida, 3 de junho, coincide com o final de semana de estreia do longa da personagem, estrelado por Gal Gadot.

Segundo o comunicado divulgado no site Bleeding Cool, a criação da data pode compensar a perda do posto de embaixadora honorária da ONU. Para quem não sabe, a personagem havia sido nomeada para representar o empoderamento das mulheres e meninas pelas Nações Unidas em outubro de 2016. Porém, a decisão recebeu críticas de movimentos feministas, que a acusaram de passar uma mensagem errada para as crianças. Por causa disso, em dezembro do mesmo ano, a personagem deixou de fazer parte das campanhas institucionais da ONU.

Cabe ressaltar também que este evento difere de um outro que tinha o mesmo nome, sem relação com a DC Comics. O antigo Wonder Woman Day era coordenado pelo roteirista Andy Mangels e tinha como objetivo arrecadar fundos para entidades que defendem e dão suporte a mulheres e crianças vítimas de violência doméstica. Isso acontecia através de leilões de artes desenvolvidos por quadrinistas do mundo todo.

A DC Comics ainda não revelou detalhes sobre a programação desenvolvida para o dia 3 de junho.


CCXP – Mulher-Maravilha ganha revista mensal no Brasil

Durante seu painel na Comic Con Experience 2016, a Panini Comics divulgou que pretende lançar uma revista mensal da Mulher-Maravilha no começo de 2017. A estreia daria-se com a chegada da iniciativa Renascimento (Rebirth, no original), que também fará com que os outros títulos da DC Comics no Brasil sejam zerados. A personagem não ganha uma revista mensal própria no país desde 1983.

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O título da Amazona sofreu alguma alterações para a iniciativa Renascimento. Com periodicidade quinzenal, a revista conta duas histórias diferentes, que se alternam de edição a edição. Na primeira narrativa, são contadas aventuras de Diana Prince nos tempos atuais, que envolvem mistérios do seu passado. Greg Rucka (Gotham Central) assina os roteiros e Liam Sharp (Gears of War) é encarregado da arte. A segunda história, intitulada “Ano Um”, reconta a origem da heroína, desde sua juventude em Themyscira até seus primeiros contatos com o mundo dos homens. Rucka também escreve, e Nicola Scott (Black Magick) desenha. A partir da edição 14, Scott deixa a revista e a brasileira Bilquis Evely (DC Comics Bombshells) se torna a artista regular de “Ano Um”.

Renascimento é uma iniciativa da DC Comics que reiniciou as principais revistas da editora e trouxe mais algumas novas. Vigente desde maio de 2016, foi a sucessora dos Novos 52, e tem feito sucesso tanto com os leitores quanto com a crítica.

Essa é a primeira vez que a Panini lança uma revista mensal própria para a Mulher-Maravilha no Brasil. A última série da personagem por aqui acabou em 1983, com quatro números lançados, pela editora Ebal.

 


Capitão Átomo e Amazonas ganham séries em 2017

A DC Comics anunciou duas novas minisséries de seis edições com estreia para janeiro de 2017. São elas The Odyssey of the Amazons, protagonizada pelas amazonas do passado e The Fall and Rise of Captain Atom, que vai explorar o que tem ocorrido com o Capitão Átomo desde que ele parou de aparecer na fase Novos 52..

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The Fall and Rise of Captain Atom é escrita pela mesma equipe que revitalizou o Capitão nos anos 80, Cary Bates e Greg Weisman. Will Conrad é o desenhista da minissérie. Segundo a descrição divulgada pela DC Comics, a história explorará a versão do personagem apresentada nos Novos 52, cujo paradeiro é desconhecido há anos pelos outros heróis. Além disso, o que aconteceu com o herói não é aquilo que todos pensam. A saga pretende tratar de temas que transcendem os conceitos de vida, morte, espaço e tempo.

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The Odyssey of the Amazons se passa anos antes do nascimento da Mulher Maravilha e conta a história de Hessia, que lidera um grupo de Amazonas em uma jornada ao redor do mundo em busca de outras de sua espécie. Neste caminho, elas enfrentarão criaturas lendárias, como os Gigantes da Tempestade do Norte, que capturam duas integrantes do grupo. Hessia será responsável por manter seu time unido perante todos os perigos que as Amazonas enfrentarão. A HQ é escrita por Kevin Grevioux e desenhada por Ryan Benjamin.

The Fall and Rise of Captain Atom tem previsão para estrear em 04 de janeiro de 2017, enquanto The Odyssey of the Amazons chega no dia 18 do mesmo mês.

 


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